O primeiro é que o som da sua voz está muito baixo, mesmo colocano o volume do computador no máximo, só consegui ouvir bem o que dizia com o fone de ouvido, e ainda assim a desproporção do som entre a voz e a vinheta de abertura é imensa.
O segundo é para colocar uma previsão sobre a duração da palestra, para que o ouvinte possa ter uma idéia para decidir se vale a pena ouvir agora ou voltar assim tiver aquele tempinho disponível para dedicar melhor atenção.
O terceiro é que, apesar de ouvir sua voz e apresentação ser muito interessante, gostaria de deixar a sugestão para também transcrever a fala em texto e deixar junto, no post. De forma que, quem por exemplo não puder ouvi online, possa imprimir para ler depois, ou mesmo para os que possuem maior percepção visual do que auditiva. E quem quiser ouvir acompanhando a leitura, certamente ajudará a reter ainda mais a mensagem! ;-)
A Roda de Aromas é um recurso imprescindível para quem aprecia vinhos e a Sogrape disponibiliza uma ferramenta interativa que vai nos ajudar a reconhecer no vinho as suas principais características. Vale tanto a pena que vou deixar como referência aqui porque vai exatamente ao encontro da proposta do curso, contribuir para o desenvolvimento dos que desejam iniciar ou melhorar os seus conhecimentos sobre o vinho.
A ciência já descobriu que o vinho contém substâncias que fazem bem a nossa saúde, ajudam a prevenir doenças, especialmente as do coração. Agora, novas pesquisas revelam que a quantidade dessas substâncias é maior em algumas variedades de uva. Uma das campeãs é a tannat, a uva mais plantada no Uruguai.
A variedade, que produz um vinho de vermelho intenso, foi levada da França, no fim do século 19. O nome tannat se deve à forte presença de taninos, que são antioxidantes naturais: combatem o envelhecimento precoce e ajudam a prevenir doenças, entre elas, alguns tipos de câncer.
Uma pesquisa do Instituto Clemente Estábile, em Montevidéu, comparou três variedades de vinhos produzidos no Uruguai: Tannat; Merlot e Cabernet Sauvignon. A pergunta era: qual dos três tipos de vinho seria capaz de retardar por mais tempo a decomposição em cérebros de ratos? O vinho Tannat obteve, de longe, o melhor resultado.
"Todos nós temos defesas que são capazes de contra-atacar os radicais livres, mas, quando eles estão em uma quantidade excessiva, nossas próprias defesas não são suficientes. Então, os antioxidantes vão ajudar o organismo a atacar esses radicais livres e a melhorar certas enfermidades onde se produz isso", explica a bioquímica Carolina Echeverri.
No Brasil, outra descoberta: pesquisadores da PUC de Porto Alegre também compararam vários tipos de vinho tinto e encontraram no Tannat uma elevada quantidade de resveratrol, um antioxidadente potente, batizado de elixir da juventude.
"O resveratrol é um antioxidante diferente porque atua em uma proteína chamada cirtuina, que está ligada ao envelhecimento. Essa proteína evita doenças do envelhecimento, como Mal de Parkinson, Mal de Alzheimer e doenças cardiovasculares", diz o químico André Arigony.
O cardiologista e professor da Universidade Católica de Montevidéu, Ricardo Benedetti, indica o Tannat para seus pacientes, mas alerta: "Se você já é consumidor de vinho, siga tomando em doses pequenas, porque o vinho pode, em quantidades grandes, levar ao vício e aí entra em outro problema".
Os pacientes que seguem a recomendação perceberam melhoras. O narrador esportivo Carlos Munhoz toma uma taça de Tannat por dia no jantar. E diz que o bom colesterol subiu de 50 para 60 miligramas, o que afasta o risco de um infarto, por exemplo. "Estou me sentindo melhor", afirma Carlos Munhoz."
Olá, Zainer!
ResponderExcluirTenho três comentários a respeito deste podcast.
O primeiro é que o som da sua voz está muito baixo, mesmo colocano o volume do computador no máximo, só consegui ouvir bem o que dizia com o fone de ouvido, e ainda assim a desproporção do som entre a voz e a vinheta de abertura é imensa.
O segundo é para colocar uma previsão sobre a duração da palestra, para que o ouvinte possa ter uma idéia para decidir se vale a pena ouvir agora ou voltar assim tiver aquele tempinho disponível para dedicar melhor atenção.
O terceiro é que, apesar de ouvir sua voz e apresentação ser muito interessante, gostaria de deixar a sugestão para também transcrever a fala em texto e deixar junto, no post. De forma que, quem por exemplo não puder ouvi online, possa imprimir para ler depois, ou mesmo para os que possuem maior percepção visual do que auditiva. E quem quiser ouvir acompanhando a leitura, certamente ajudará a reter ainda mais a mensagem! ;-)
Abraço amigo,
AndréM